Operação Atria: PC conclui investigação e pede prisão de suspeito pelo feminicídio de Marian Braga
O mandado foi cumprido em Campinas-SP durante a Operação Pacificare, e C. está sob custódia aguardando julgamento....
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) concluiu as investigações relacionadas à morte de Marian Braga, ocorrida em maio de 2022, na cidade de Quedas do Iguaçu, durante a realização da Operação Atria, no mês do combate à violência contra mulheres. O caso, inicialmente tratado como suicídio por enforcamento, revelou-se um feminicídio seguido de fraude processual.
Após diligências investigativas minuciosas, a polícia concluiu que o crime foi, na verdade, perpetrado pelo ex-namorado de Marian, identificado como C., que tentou induzir a investigação ao erro, trancando a porta da residência após o homicídio e posteriormente alegando suicídio.
Diante das evidências coletadas, o Delegado Emanuel Fernandes Monteiro de Almeida representou pela prisão temporária do suspeito, posteriormente convertida em prisão preventiva. O mandado foi cumprido em Campinas-SP durante a Operação Pacificare, e C. está sob custódia aguardando julgamento.
Após a prisão, novas testemunhas se apresentaram à polícia, corroborando a tese de homicídio qualificado e fraude processual. O Delegado Emanuel ressaltou que Marian foi morta por C. devido ao fim do relacionamento e sua intenção de retomar com seu ex-companheiro.
A PCPR, por meio do Delegado Emanuel, aguarda agora a análise do pedido de conversão da prisão temporária em prisão preventiva e a denúncia do Ministério Público contra o suspeito, reforçando seu compromisso com a busca pela justiça e pela proteção das vítimas de violência doméstica e feminicídio.
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