08 de junho de 2026

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Medicamentos para emagrecimento proibidos são apreendidos em operação da PM e PF em Cascavel

Ao todo, 140 ampolas de medicamentos sem desembaraço aduaneiro e com venda proibida no Brasil foram apreendidas durante abordagens a ônibus.

Medicamentos para emagrecimento proibidos são apreendidos em operação da PM e PF em Cascavel
© Divulgação

Uma operação conjunta entre a Polícia Militar e a Polícia Federal resultou na apreensão de 140 ampolas de medicamentos para emagrecimento de comercialização proibida no Brasil, na madrugada deste domingo (07/06), em Cascavel. A ação ocorreu por volta das 00h30, na Avenida Assunção, no bairro Alto Alegre, durante fiscalizações em ônibus interestaduais que saíam de Foz do Iguaçu.

De acordo com a Polícia Militar, a equipe da RPA Oeste foi informada pela Polícia Federal sobre a presença de passageiros transportando substâncias ilícitas em um ônibus que estava na rodoviária. Diante da denúncia, os policiais realizaram a abordagem a um veículo que fazia a linha entre Foz do Iguaçu e São Paulo.

Durante as buscas, os agentes localizaram diversas ampolas de medicamentos para emagrecimento com alguns passageiros. Os produtos não possuíam o devido desembaraço aduaneiro e têm comercialização proibida em território nacional. Os responsáveis, de 30 e 38 anos, foram identificados. Após os procedimentos, os medicamentos foram apreendidos e os envolvidos liberados.

Enquanto a ocorrência era atendida, o motorista de outro ônibus, que seguia de Foz do Iguaçu para Curitiba, solicitou apoio policial ao informar que passageiros estariam desmontando poltronas do veículo. Ao chegar ao local, a equipe constatou que dois suspeitos, de 43 e 26 anos, já haviam desembarcado.

As buscas continuaram e outros dois passageiros foram abordados. Com eles, os policiais encontraram mais medicamentos para emagrecimento proibidos. Os envolvidos foram identificados e liberados após a apreensão dos produtos.

Ao final da operação, foram apreendidas 140 ampolas de medicamentos introduzidos irregularmente no país. O caso foi registrado como contrabando, crime contra a administração pública.

/Luiz Felipe Max - Foto: Divulgação


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