Limitação de ICMS sobre combustíveis e energia é oportunidade para o agro, diz Aline Sleutjes
As vantagens dos biocombustíveis são várias, como menor índice de poluição com a sua queima e processamento,.....
Na noite de segunda-feira (13), o plenário do Senado aprovou o Projeto de Lei Complementar n. 18, que limita a cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, energia elétrica, transporte coletivo e comunicações a uma faixa de 17% a 18%. O objetivo dos parlamentares é reduzir os preços que chegam ao consumidor final. Agora, a proposta volta à Câmara.
Para a deputada federal Aline Sleutjes (PROS), pré-candidata ao Senado pelo Paraná, o agronegócio será um dos setores mais beneficiados pela iniciativa, vez que depende do diesel tanto para o plantio quanto para escoar a safra.
“Ao pagar menos tributos, os agricultores poderão aumentar sua produção e, de quebra, ajudar a reduzir a dependência brasileira do petróleo. Isso porque biocombustíveis como etanol e biomassa para a geração de energia, desenvolvida a partir da matéria orgânica de origem vegetal e animal, também vêm de matérias-primas do agro”, comenta a parlamentar.
As vantagens dos biocombustíveis são várias, como menor índice de poluição com a sua queima e processamento; podem ser cultivados e, portanto, são renováveis. "Além disso, geram empregos em sua cadeia produtiva; diminuem a dependência em relação aos combustíveis fósseis e aumentam os índices de exportações do país, favorecendo a balança comercial", completa Aline, reforçando que o agronegócio nacional tem participação de quase 30% no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e que só em 2021 abriu cerca de 150 mil vagas de trabalho no país.
Quem é Aline Sleutjes – Natural de Castro, na região dos Campos Gerais, onde iniciou na vida pública como vereadora, Aline Sleutjes é formada em Educação Física pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e pós-graduada em Gestão Escolar. Serviu ao Legislativo de sua cidade natal em dois períodos, de 2005 a 2008 e de 2013 a 2016, e em 2018 foi eleita deputada federal pelo Paraná. De família de produtores rurais, foi presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados entre março de 2021 e abril de 2022.
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