Deputado Arilson pede que PF informe se “ABIN paralela” monitorou ilegalmente autoridades paranaense
O pedido visa averiguar se cidadãos e autoridades paranaenses foram monitoradas ilegalmente....
O deputado Arilson Chiorato (PT) entrou com um pedido ontem, terça-feira (30/01), na Polícia Federal e no Ministério da Justiça e Segurança Pública pedindo informações sobre a atuação da “Abin paralela”, que atuou de forma ilegal para obter informações.
O pedido visa averiguar se cidadãos e autoridades paranaenses foram monitoradas ilegalmente. Também pediu acesso a processos sobre contratação ou utilização do software de escutas ou geolocalização chamado “FirstMile”, que já teve uso comprovado no Estado do Paraná.
O pedido, de acordo com o deputado, faz jus diante das informações amplamente divulgadas com os desdobramentos das operações denominadas “Primeira Linha” e "Vigilância Aproximada". “Não podemos nos esquecer que o Governo do Paraná contratou a empresa Suntech, atual “Cognyte”, em 03/12/2019, para o fornecimento do programa “FirstMile”, considerado um sistema que, dentre outras coisas, monitora a localização de celulares”, pontua.
Neste sentido, o parlamentar, argumenta que o Governo do Estado construiu uma estrutura de “inteligência” fora da estrutura da segurança pública, com a criação de uma "Diretoria de Inteligência e Informações Estratégicas (DIIE)" no âmbito da Controladoria-Geral do Estado (CGE), que é investigada pelo uso do software “FirstMile”
“Não podemos permitir o aparelhamento ilegal do estado para agir contra seus cidadãos, porque é vergonhoso, imoral e vai contra os princípios democráticos, uma vez que sabemos que foi feito uso político das informações”, pontua.
Leia Também
Mais Lidas
Duas pessoas morrem após violenta colisão de trânsito na PR-180, em Boa Vista da Aparecida
Tempo abafado e ciclone extratropical aumentam risco de tempestades no Paraná
Quatro pessoas morrem e três ficam feridas em violenta colisão frontal na BR-277, em Palmeira
Queda de avião em estrada residencial na Flórida deixa nove mortos