11 de janeiro de 2026

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Coreógrafo de Cascavel, Leo Blanco é encontrado morto em Curitiba aos 47 anos

Reconhecido nacionalmente pelo trabalho no “Dança dos Famosos”, artista construiu trajetória na dança desde a adolescência e marcou gerações de alunos e profissionais

Foto: Divulgação

O coreógrafo Leo Blanco, de 47 anos, foi encontrado morto em sua residência em Curitiba na sexta-feira (9). Até o momento, a causa da morte não foi divulgada pelas autoridades. A notícia gerou forte comoção no meio artístico e entre admiradores do profissional, que ganhou projeção nacional ao integrar o elenco do quadro “Dança dos Famosos”, atuando como professor e parceiro de diversas celebridades.

Natural de Cascavel, no Oeste do Paraná, Leo construiu sua relação com a dança ainda na juventude. O primeiro contato com a arte aconteceu aos 16 anos, durante o período escolar, experiência que despertou o interesse profissional e orientou suas escolhas futuras. Já na universidade, onde se formou em Educação Física, passou a atuar também como formador de novos talentos e chegou a coordenar duas companhias de dança, ampliando sua influência no cenário cultural.

Com o passar dos anos, seu trabalho alcançou visibilidade em nível nacional. No “Dança dos Famosos”, participou como professor de artistas como Mariana Xavier, Luiza Sonza e Lucy Ramos, consolidando-se como um dos profissionais reconhecidos do quadro. Em 2020, integrou a equipe responsável pela vitória da atriz Lucy Ramos na competição, atuando em parceria com o coreógrafo Reginaldo Sama.

A morte do coreógrafo provocou uma onda de manifestações nas redes sociais. A atriz Mariana Xavier publicou uma homenagem em que lamentou a perda e revelou que Leo enfrentava um quadro de depressão, além de recordar que o último encontro entre os dois ocorreu durante o Carnaval de 2025. A publicação trouxe também um apelo à atenção para a saúde emocional, ampliando o debate sobre o tema entre seguidores e colegas de profissão.

A trajetória de Leo Blanco deixa um legado ligado à arte, à formação de novos profissionais e à valorização da dança como expressão cultural. Enquanto amigos, alunos e admiradores prestam homenagens, o caso segue aguardando esclarecimentos oficiais sobre as circunstâncias da morte.

Por: SOT/Luiz Felipe Max - Foto: Divulgação

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