18 de junho de 2026

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PF e PM apreendem haxixe marroquino e maconha tipo capulho avaliados como drogas de alto valor em Foz do Iguaçu

Operação na região do Porto Belo resultou na apreensão de mais de 12 quilos de entorpecentes após monitoramento no Rio Paraná.

PF e PM apreendem haxixe marroquino e maconha tipo capulho avaliados como drogas de alto valor em Foz do Iguaçu
© Divulgação

Uma ação conjunta entre a Polícia Federal e a Polícia Militar apreendeu 12,46 quilos de drogas na tarde desta quarta-feira (17/06), em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. Os entorpecentes, compostos por maconha do tipo capulho e haxixe marroquino, foram encontrados em uma edificação no bairro Porto Belo após o monitoramento de uma travessia clandestina realizada pelo Rio Paraná, na fronteira com o Paraguai.

Por volta das 14h30, equipes que realizavam diligências na região de fronteira observaram uma embarcação vinda do Paraguai se aproximar da margem brasileira nas proximidades do bairro Porto Belo. Dois volumes foram descarregados e entregues a um homem, que seguiu por uma trilha em meio à vegetação.

Diante da movimentação suspeita, os policiais iniciaram buscas para localizar o responsável pelo transporte da carga. Durante as diligências, um homem com características compatíveis às identificadas pelas equipes foi visto saindo de uma edificação no bairro Porto Belo. Ao notar a aproximação dos agentes, ele fugiu e não foi mais encontrado.

Na sequência das buscas, os policiais localizaram os dois volumes descarregados pela embarcação dentro do imóvel. Após a abertura dos pacotes, foi constatada a presença de maconha do tipo capulho e haxixe marroquino.

Os entorpecentes foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu, onde a pesagem oficial apontou 7,88 quilos de maconha tipo capulho e 4,58 quilos de haxixe marroquino. As substâncias possuem elevado valor no mercado ilegal devido às suas características e à alta concentração de THC.

A Polícia Federal informou que as investigações continuam para identificar os envolvidos na ação criminosa e esclarecer a origem e o destino da carga apreendida.

/Luiz Felipe Max - Foto: Divulgação


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