25 de agosto de 2026

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Na gestão do PSD, PIB da indústria do Paraná cresce 3,3% e chega a patamar inédito de R$ 184 bilhões

Os dados mostram que o PIB da indústria regional alcançou o maior patamar da história durante a gestão do PSD, mantendo uma trajetória de crescimento e praticamente dobrando de tamanho......

Na gestão do PSD, PIB da indústria do Paraná cresce 3,3% e chega a patamar inédito de R$ 184 bilhões
© Divulgação

O Produto Interno Bruto (PIB) da indústria paranaense bateu a casa dos R$ 184 bilhões em valor adicionado bruto nominal em 2025, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa um crescimento de 3,3% em relação a 2024, quando o PIB do setor foi de R$ 178 bilhões.

Os dados mostram que o PIB da indústria regional alcançou o maior patamar da história durante a gestão do PSD, mantendo uma trajetória de crescimento e praticamente dobrando de tamanho em oito anos em termos nominais. Em 2018, o valor adicionado bruto do setor foi de R$ 94 bilhões.

O PIB da indústria paranaense cresceu, em média, 9,7% desde que Ratinho Junior assumiu a gestão. Foram R$ 106 bilhões em 2019, R$ 111 bilhões em 2020, R$ 130 bilhões em 2021, R$ 153 bilhões em 2022, R$ 168 bilhões em 2023, R$ 178 bilhões em 2024 e os R$ 184 bilhões do ano passado.

A indústria paranaense representou 24,1% de todo o PIB do Paraná em 2025, atrás apenas do setor de serviços, com 54% (R$ 413 bilhões). Os impostos representaram 11,7% (R$ 89 bilhões) e a agropecuária, 10,3% (R$ 79 bilhões).

Segundo Sandro Alex, que recebe nesta terça-feira (24) o caderno de prioridades para os próximos anos da Federação das Indústrias do Paraná, a indústria é a coluna vertebral da ambição do Estado de avançar rumo à condição de terceira economia do Brasi

Ele também atribuiu esse crescimento à atração de novas empresas, como as recentes inaugurações de LG em Fazenda Rio Grande e Refriko em São José dos Pinhais, ou anúncios, como o data center da RT-One em Maringá ou a ampliação da TCS em Londrina.

“Nenhuma trajetória de convergência é sustentável sem adensamento industrial e sem incorporação crescente de complexidade tecnológica aos processos produtivos. Vamos trabalhar nos próximos anos com crédito para o desenvolvimento produtivo, ampliação dos fundos garantidores, um novo programa de desenvolvimento de fornecedores e vinculação das sete universidades estaduais às demandas produtivas locais no modelo de pesquisa aplicada, entre outras iniciativa”, afirma.

"E também precisamos continuar com essa política de apresentação do Paraná para o mundo. Na próxima década vamos passar por uma grande transformação logística com as obras das novas concessões rodoviárias, o que vai baixar o custo logístico para indústrias. E também nos preparamos com a implementação do Fundo Soberano. O Estado vai continuar seu ritmo de expansão industrial", complementa Sandro Alex.

Indústria cada vez mais forte


Ele também destaca que outros dados do setor mostram que o Paraná possui 37 segmentos ativos, liderando a produção de madeira e com destaque na cadeia de alimentos, veículos, papel e celulose, móveis e máquinas. 

O Estado é o maior produtor de alimentos do Brasil em termos proporcionais a sua área, possui o segundo maior polo automotivo do País, conta com grandes polos moveleiros e abriga grandes indústrias do ramo de papel e celulose.

Um levantamento do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI) apontou que o Paraná foi o estado que mais ampliou sua presença na indústria brasileira entre 1985 e 2024. Nesse período, o Estado aumentou em 4,62 pontos percentuais sua participação no emprego industrial nacional, registrando o melhor desempenho do País neste indicador.

Ao longo de quatro décadas, o Estado ampliou sua participação na produção e no emprego industrial nacionais e fortaleceu segmentos associados à inovação, engenharia e desenvolvimento tecnológico, ao contrário do registrado no Brasil.

Empregos mais qualificados

Com o crescimento industrial paranaense, a mão de obra do setor também acompanhou esse movimento, chegando ao maior patamar de trabalhadores para um segundo trimestre do ano em 2026 e igualando a marca para o mesmo período em 2024. 

São 1,03 milhão de pessoas empregadas nas indústrias do Estado, de acordo com o IBGE. Há oito anos, eram 877 mil, ultrapassando a barreira de um milhão pela primeira vez no segundo trimestre de 2022.

Em média, o salário mensal do trabalhador industrial no segundo trimestre de 2026 foi de R$ 3.615, muito próximo do maior valor registrado, o do segundo trimestre de 2025, com R$ 3.672.

Em todo o Estado, o número de indústrias de todos os portes cresceu acima de um dígito. Aquelas com até 19 funcionários saltou de 29,6 mil para 37 mil, variação de 25%. Entre 20 e 99 funcionários, saiu de 3,8 mil para 4,4 mil (18%); de 100 a 249 trabalhadores, de 566 para 693 (22%); de 250 a 499 funcionários, de 188 para 243 (29%); e com 500 ou mais empregados, de 159 para 196 indústrias (23%). Juntos, todos os portes somam 42,6 mil empresas.

/Luiz Felipe Max - Foto: Divulgação


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