09 de setembro de 2026

Cascavel

Paraná

Sandro Alex garante R$ 100 milhões por ano para atletas, paratletas e infraestrutura esportiva

Ele também citou o Plano Estadual do Esporte como instrumento para organizar as prioridades do setor a partir de 2027.

Foto: Divulgação

O candidato ao Governo do Paraná Sandro Alex (PSD) garantiu nesta quarta-feira (9), durante encontro com lideranças jovens de Curitiba, atletas profissionais e amadores de diferentes modalidades, que vai elevar o orçamento da Secretaria do Esporte para pelo menos R$ 100 milhões anuais já a partir de 2027, com a perspectiva de ampliar continuamente os recursos destinados ao setor. A proposta prevê investimentos em estruturas esportivas e no apoio a atletas e paratletas.

“Tem candidato falando em cortar secretarias, mas nós não vamos cortar o esporte. Pelo contrário. Nós vamos mandar para a Assembleia Legislativa uma mensagem para um orçamento de R$ 100 milhões para o esporte já em 2027. Isso é o governo promovendo o esporte não com discurso, mas com uma ação concreta”, afirmou.

Sandro defendeu que a Secretaria do Esporte é necessária para garantir planejamento e recursos para o setor. “Quando você tem uma Secretaria, você tem orçamento, tem gestão e tem condição de discutir com o Ministério do Esporte, com grandes patrocinadores, com empresas parceiras. Com isso o esporte continuará a ser tratado como uma área importante de governo”, disse.

Ele também citou o Plano Estadual do Esporte como instrumento para organizar as prioridades do setor a partir de 2027, com participação democrática de atletas e profissionais na definição das políticas públicas do Paraná para a área. 


Complexos esportivos de referência

Entre as propostas de Sandro está a construção de novos velódromos e a reforma dos existentes. Ele citou uma reforma completa do velódromo de Curitiba e a finalização do velódromo de Pinhais como exemplos. 

Também afirmou que vai dar continuidade à modernização do Autódromo Internacional Ayrton Senna e à construção do Complexo de Ginástica Rítmica, ambos em Londrina, que somam R$ 81 milhões já reservados pelo Governo Ratinho Junior. 

No skate, o candidato do PSD lembrou a construção do Centro Nacional de Treinamento do Complexo Esportivo Tarumã, em Curitiba, com pistas oficiais de Street e Park. “Eu falei que queria fazer uma pista que fosse referência internacional, como as que existem nos Estados Unidos”, comentou, garantindo que a modalidade continuará recebendo novos investimentos. 

Sandro também apontou o futuro Centro de Eventos do Pinheirão, em Curitiba, como uma estrutura que poderá receber grandes competições esportivas, inclusive eventos de artes marciais. “Você pode ter grandes eventos de lutas como o UFC, por exemplo. Isso incentiva o esporte, mas também traz turista, movimenta hotéis, restaurantes e o comércio em geral”, disse.


Suporte aos atletas e paratletas

Sandro garantiu a continuidade do Geração Olímpica e Paralímpica (GOP), programa estadual de bolsas para atletas e técnicos. Em Paris 2024, o Paraná teve a maior delegação de sua história, com 63 representantes nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, dos quais 40 eram bolsistas do GOP. Os paranaenses também tiveram o melhor desempenho histórico do Estado nos Jogos Paralímpicos, com 13 medalhas conquistadas por bolsistas do programa.

“Se o atleta não tiver condição de treinar, se não tiver recurso, se não tiver estrutura, ele não consegue chegar lá. É por isso que o Estado precisa estar presente”, defendeu. 

O candidato do PSD também se comprometeu a incluir o paradesporto na expansão da infraestrutura estadual. Uma possibilidade é a futura Arena Olímpica do Paraná, no Capão da Imbuia, em Curitiba, projeto de R$ 150 milhões em desenvolvimento pelo Estado e que prevê uma grande estrutura para diferentes modalidades esportivas. 

Outra demanda apresentada foi a revisão das regras do Proesporte, para permitir que atletas que recebem salário possam ser contemplados pelo programa. Sandro afirmou que vai analisar a legislação. “Se existe uma regra que está impedindo o atleta que trabalha, que recebe salário, de ter acesso ao programa, nós vamos estudar como podemos mudar isso”, disse.

Por: SOT/Luiz Felipe Max - Foto: Divulgação

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