13 de outubro de 2026

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Boa Vista da Aparecida

Apesar de novas ambulâncias, bases de Boa Vista e Ouro Verde seguem sem custeio federal.

Unidades do CONSAMU são mantidas pelos municípios enquanto aguardam habilitação e repasses do Ministério da Saúde....

Apesar de novas ambulâncias, bases de Boa Vista e Ouro Verde seguem sem custeio federal.
© SOT

As bases descentralizadas do CONSAMU em Boa Vista da Aparecida e Ouro Verde do Oeste receberam novas ambulâncias nesta quinta-feira (08), mas continuam sem custeio do Ministério da Saúde. Em funcionamento desde novembro de 2024 e julho de 2025, respectivamente, as unidades são mantidas integralmente pelos municípios, que já desembolsaram R$ 3,9 milhões até outubro para garantir a continuidade dos serviços de urgência e emergência.

A base de Boa Vista da Aparecida iniciou as atividades em novembro de 2024, enquanto a unidade de Ouro Verde do Oeste começou a operar em julho de 2025. Desde então, as administrações municipais assumem com recursos próprios as despesas relacionadas à manutenção das duas viaturas, enquanto aguardam a habilitação federal das unidades.

Com a habilitação das ambulâncias, o repasse federal previsto para as duas bases será de R$ 34.125 por mês, totalizando R$ 409.500 por ano. Caso as unidades também sejam qualificadas, o valor poderá chegar a R$ 56.989,40 mensais, ou R$ 683.872,80 anuais.

Segundo o presidente do CONSAMU e prefeito de Corbélia, Thiago Stefanello, a liberação dos recursos permitirá reduzir a parcela atualmente suportada pelas prefeituras. Os municípios, afirma ele, mantêm os serviços em funcionamento enquanto aguardam o aporte federal.

A questão do financiamento também envolve o custeio geral do CONSAMU. Atualmente, os 43 municípios que integram o consórcio respondem por cerca de 60% das despesas dos serviços de urgência e emergência, percentual considerado pelo consórcio acima do previsto na divisão tripartite do Ministério da Saúde.

Pela regra citada pelo CONSAMU, a União deve responder por 50% das despesas do SAMU, enquanto os estados ficam responsáveis por pelo menos 25% e os municípios por, no máximo, 25%. A reivindicação do consórcio é pela aplicação desse modelo de divisão das despesas.

As novas ambulâncias ainda passarão pelos procedimentos de documentação e habilitação necessários antes de entrarem efetivamente em operação. Até a conclusão dessas etapas e a liberação do custeio federal, os municípios permanecem responsáveis pela manutenção dos serviços e pela garantia do atendimento à população.As bases descentralizadas do CONSAMU em Boa Vista da Aparecida e Ouro Verde do Oeste receberam novas ambulâncias nesta quinta-feira (08), mas continuam sem custeio do Ministério da Saúde. Em funcionamento desde novembro de 2024 e julho de 2025, respectivamente, as unidades são mantidas integralmente pelos municípios, que já desembolsaram R$ 3,9 milhões até outubro para garantir a continuidade dos serviços de urgência e emergência.

A base de Boa Vista da Aparecida iniciou as atividades em novembro de 2024, enquanto a unidade de Ouro Verde do Oeste começou a operar em julho de 2025. Desde então, as administrações municipais assumem com recursos próprios as despesas relacionadas à manutenção das duas viaturas, enquanto aguardam a habilitação federal das unidades.

Com a habilitação das ambulâncias, o repasse federal previsto para as duas bases será de R$ 34.125 por mês, totalizando R$ 409.500 por ano. Caso as unidades também sejam qualificadas, o valor poderá chegar a R$ 56.989,40 mensais, ou R$ 683.872,80 anuais.

Segundo o presidente do CONSAMU e prefeito de Corbélia, Thiago Stefanello, a liberação dos recursos permitirá reduzir a parcela atualmente suportada pelas prefeituras. Os municípios, afirma ele, mantêm os serviços em funcionamento enquanto aguardam o aporte federal.

A questão do financiamento também envolve o custeio geral do CONSAMU. Atualmente, os 43 municípios que integram o consórcio respondem por cerca de 60% das despesas dos serviços de urgência e emergência, percentual considerado pelo consórcio acima do previsto na divisão tripartite do Ministério da Saúde.

Pela regra citada pelo CONSAMU, a União deve responder por 50% das despesas do SAMU, enquanto os estados ficam responsáveis por pelo menos 25% e os municípios por, no máximo, 25%. A reivindicação do consórcio é pela aplicação desse modelo de divisão das despesas.

As novas ambulâncias ainda passarão pelos procedimentos de documentação e habilitação necessários antes de entrarem efetivamente em operação. Até a conclusão dessas etapas e a liberação do custeio federal, os municípios permanecem responsáveis pela manutenção dos serviços e pela garantia do atendimento à população.

/Samoel Almeida


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