Cascavel terá a maior galeria de obras de arte a céu aberto da América Latina
Serão 2,4 mil metros de extensão em espaços públicos nas avenidas Rocha Pombo, Brasil e Piquiri ......
Cascavel avança para ter a maior galeria de obras de arte a céu aberto da América Latina. A iniciativa do prefeito Leonaldo Paranhos terá a parceria do setor privado, de artistas locais e de outras regiões. O museu a céu aberto promete despertar novos valores culturais, colocando Cascavel como protagonista regional e nacional também neste segmento.
Na tarde desta quinta-feira (25), o prefeito Leonaldo Paranhos e o secretário de Cultura, Luiz Ernesto Meyer Pereira receberam os empresários Cezar João de David e Nelso Dalmina. As empresas representadas por eles irão doar o concreto e as bases que servirão de suporte para as primeiras 17 obras de arte. O trabalho começa na segunda quinzena de setembro.
A galeria de obras de arte a céu aberto, quando for concluída, terá, 2,4 mil metros de extensão em espaços públicos nas avenidas Rocha Pombo, Brasil e Piquiri.
“A cidade precisa tratar de todos os temas e Cascavel precisa assumir o protagonismo regional. Precisamos despertar os valores culturais, e estamos fazendo isso”, destaca o prefeito Leonaldo Paranhos.
O secretário de Cultura, Luiz Ernesto Meyer Pereira, ressalta que será um novo espaço cultural que o Paraná estará ganhando e isso vai gerar emprego e renda, além de fomentar o turismo.
“Serão 2.400 metros de extensão e nasce já com a adesão de sete importantes artistas visuais, escultores, alguns deles com trajetória nacional e internacional. Será muito importante porque é um projeto que vai ter continuidade. A ideia é que a partir de um programa de residência artística, que a Secretaria de Cultura vai organizar, um simpósio internacional de escultores, nós possamos, além de ter obras de artistas de Cascavel, do Paraná e outras regiões do Brasil, possamos ter artistas da Argentina, do Chile, Portugal, China, Japão e outros países”, afirma o secretário.
O empresário Nelso Dalmina, sócio-gerente da Pedreira Rio Quati, destacou a importância de o setor privado participar de ações e programas culturais.
“Todos os setores da cidade são importantes e a cultura não deixa de ser. Eu, como sócio-gerente da Pedreira Rio Quati, e a minha família que praticamente é de Cascavel - nós somos pioneiros daqui -, é o maior prazer nosso auxiliar com esse projeto”, enfatizou.
Cezar João de David, da incorporadora Bella Casa & Okada, destacou que a empresa está participando do projeto como retribuição por tudo o que a cidade de Cascavel proporciona.
“Cascavel com o um todo vem crescendo e a gente está participando também disso. Então é uma retribuição pelo tempo que estamos aqui e pelo que ela nos proporciona. Acho que investimento na cultura também é muito importante” afirmou.
O escultor Dirceu Rosa também destacou a importância do projeto. “Creio que vai virar um ponto turístico”, diz.
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