Vendas do varejo no Paraná têm queda de 3,8% em agosto, aponta Índice Stone Varejo
Na comparação ano a ano, o estado segue reportando queda no setor ......
A 8ª edição do Índice de Atividade Econômica Stone Varejo aponta que o comércio varejista segue com cenário instável. Em agosto, as vendas do setor no estado do Paraná caíram 3,8% na comparação anual. O estudo, que apresenta dados mensais de movimentação varejistas, é uma iniciativa da Stone, empresa de tecnologia e serviços financeiros que é a principal parceira do empreendedor brasileiro, em parceria com o Instituto Propague.
O levantamento tem como base a metodologia proposta pelo time de Consumer Finance do Federal Reserve Board (FED), que idealizou um modelo de indicador econômico similar nos Estados Unidos. São consideradas as operações via cartões, voucher e Pix dentro do grupo StoneCo. O objetivo é mapear mensalmente os dados de pequenos, médios e grandes varejistas e divulgar um retrato do setor nacional.
"Em meio aos desafios persistentes que o setor enfrenta na recuperação do volume de vendas no atual cenário macroeconômico, o nosso estudo mostra o comprometimento e os esforços dos varejistas em superar obstáculos para impulsionar os negócios. Vamos continuar a monitorar de perto a evolução do setor nos próximos meses, fornecendo informações essenciais para ajudar os empreendedores e investidores interessados no cenário varejista brasileiro”, pontua o pesquisador econômico e cientista de dados da Stone, responsável pelo levantamento, Matheus Calvelli.
Essas e muitas outras informações podem ser encontradas no dashboard do Instituto Propague, que centraliza todos os dados essenciais em um único local, tornando a pesquisa e análise mais simples. Essa plataforma foi desenvolvida para atender às demandas de pesquisadores e interessados no setor, oferecendo acesso fácil a informações valiosas. Veja mais, em: Link.
Destaques nacionais por segmento - Entre todos os segmentos, apenas o de artigos farmacêuticos apresentou resultado positivo, com alta de 1,1% no volume de vendas, no comparativo anual. E cinco segmentos não conseguiram alcançar resultados positivos, com a maior queda no setor de livros, jornais, revistas e papelaria (9%); tecidos, vestuários e calçados (5,2%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,9%); móveis e eletrodomésticos (3,8%); e material de construção (1,7%).
Destaques regionais - Quatro estados registraram alta na comparação ano contra ano: Rondônia (3,4%), Tocantins (2,9%), Espírito Santo (1,9%) e Acre (0,4%). Nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul, a maior queda foi no Distrito Federal (4,7%), além dos estados de Mato Grosso (4,2%) e Rio Grande do Sul (4,2%). No Norte e Nordeste, os estados mais afetados foram Rio Grande do Norte (10,4%), Alagoas (10%) e Roraima (7,6%).
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