Toledo receberá encontro estadual sobre adoção em setembro
Representantes da entidade se reuniram nesta quarta-feira (19) com o prefeito Mario Costenaro para definir ações de apoio....
Nos dias 12 e 13 de setembro, Toldo receberá o encontro paranaense sobre adoção, com a presença de famílias que adotaram crianças ou adolescentes. Este será o 8º Encontro Paranaense e o 15º da Comarca de Toledo, denominado Entre Laços e Abraços. “Este ano decidimos reunir os dois eventos e promover um grande encontro”, resume Iria S. Kappel, presidente da Associação ao Grupo de Apoio à Adoção de Toledo (AGAAT). Representantes da entidade se reuniram nesta quarta-feira (19) com o prefeito Mario Costenaro para definir ações de apoio.
Serão realizadas palestras, debates em grupo, atividades culturais, entre outras atrações, além de uma programação especial para as crianças e jovens. Um projeto completo sobre o evento foi entregue ao prefeito. “Estamos à disposição para auxiliar naquilo que for possível, ainda mais sendo um evento extremamente importante para o desenvolvimento e a inclusão social”, disse Costenaro.
A secretária de Assistência Social, Simone Ferrari, acrescentou que agora será analisado “como podemos colaborar. Vamos conversar internamente e marcar uma nova reunião para ver a forma que poderemos e o que repassar”.
Escolas parceiras - Iria destacou que o objetivo da AGAAT é tornar Toledo uma referência dentro do Paraná quando o assunto é a adoção. Um passo decisivo neste sentido foi dado com a lei tornando as escolas parceiras da adoção. “Hoje nossas crianças não passam mais a fase do bullying por causa da adoção. Queremos dar um passo muito forte nesta temática para ser referência”, reforça a presidente.
O vereador Professor Oséias é autor do projeto de lei Escola Amiga da Adoção e reforça a necessidade em capacitar as pessoas e debater o assunto de maneira cada vez mais frequente.
Outro ponto destacado por Iria é a necessidade de se trabalhar com os pais também no pós adoção. O objetivo da AGAAT é realizar encontros mensais para abordar alguns aspectos que “obedecem critérios rígidos antes, mas é preciso esse trabalho pós, pois é muito diferente o trabalho de um bebê para uma criança ou adolescente, que vem com uma formação prévia e isso às vezes traz problemas”, finaliza Iria.
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