20 de agosto de 2026

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Acusado de matar e decapitar Daniel Santana é preso novamente em Laranjeiras do Sul, após nova decisão judicial.

O acusado estava em liberdade mediante o cumprimento de medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, após uma decisão judicial em Habeas Corpus....

Acusado de matar e decapitar Daniel Santana é preso novamente em Laranjeiras do Sul, após nova decisão judicial.
© Divulgação/PCPR

Um homem de 20 anos, acusado de homicídio qualificado contra Daniel Santana, foi preso preventivamente na noite de terça-feira (19), em Laranjeiras do Sul. A prisão foi cumprida pela Polícia Civil do Paraná, por meio da Delegacia de Homicídios de Cascavel, com apoio da 2ª Subdivisão Policial de Laranjeiras do Sul. O crime ocorreu em 1º de janeiro de 2026, em Cascavel, e foi marcado por extrema violência e posterior decapitação da vítima.

O acusado estava em liberdade mediante o cumprimento de medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, após uma decisão judicial em Habeas Corpus.

Na terça-feira (19/08), uma nova decisão judicial determinou o restabelecimento da prisão preventiva e afastou os efeitos da decisão que havia permitido a liberdade mediante medidas cautelares.

Assim que tomou conhecimento da nova ordem judicial, a Delegacia de Homicídios de Cascavel iniciou diligências para localizar o acusado. Durante as buscas, os policiais apuraram que ele estava no município de Laranjeiras do Sul.

Com as informações obtidas, a equipe solicitou apoio à 2ª Subdivisão Policial de Laranjeiras do Sul. A partir do possível endereço repassado pelos investigadores de Cascavel, os policiais localizaram o acusado em via pública, no bairro Getúlio Vargas.

O homem recebeu voz de prisão e teve o mandado de prisão preventiva cumprido. Na sequência, foi encaminhado ao Departamento de Polícia Penal de Laranjeiras do Sul, onde permanece à disposição do Poder Judiciário.

A prisão ocorre no âmbito da investigação sobre a morte de Daniel Santana, pela qual o acusado responde por homicídio qualificado. A Polícia Civil informou que a atuação teve como objetivo dar cumprimento à nova determinação judicial e assegurar a continuidade da responsabilização pelo crime contra a vida.

/Luiz Felipe Max - Foto: Divulgação/PCPR


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