Marcio Pacheco denuncia intolerância religiosa após Justiça Eleitoral arquivar denúncia sobre celebração em Cascavel
Decisão apontou que presença de candidato em celebração religiosa, sem pedido de votos ou material de campanha, não configura propaganda irregular....
O deputado estadual e candidato a deputado federal Marcio Pacheco afirmou ter sido alvo de uma tentativa de transformar sua participação em uma celebração religiosa em uma questão eleitoral. O caso envolveu o Dia Estadual do Terço dos Homens, em Cascavel, e foi arquivado pela Justiça Eleitoral, que não identificou indícios de propaganda eleitoral irregular.
Na decisão, a juíza responsável pelo caso considerou que a simples presença de um candidato em uma celebração religiosa não caracteriza propaganda eleitoral. Também foi apontada a ausência de pedido de votos, número de urna, material de campanha ou outras evidências de prática eleitoral irregular.
Após o arquivamento, Pacheco publicou um vídeo nas redes sociais em que afirmou que pretende continuar manifestando publicamente sua fé durante a campanha. Católico e participante da Igreja desde a adolescência, o parlamentar declarou que sua relação com a religião não ocorre apenas durante períodos eleitorais.
Segundo Pacheco, a tentativa de associar um momento de oração a uma irregularidade eleitoral representa constrangimento para pessoas que professam publicamente sua religião. Ele também questionou os limites da intolerância contra quem manifesta a própria fé em público.
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