05 de novembro de 2026

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Cascavelense imprime gestão inovadora à frente da Ceasa

De março a maio deste ano 553,6 toneladas de frutas, legumes e verduras foram doadas a entidades sociais e a famílias cadastradas no programa......

Cascavelense imprime gestão inovadora à frente da Ceasa
© SOT

Só em Curitiba, o Banco de Alimentos da Ceasa distribuiu 970 toneladas de hortigranjeiros de janeiro e maio deste ano, uma média de 194 toneladas por mês. O programa, que beneficia cerca de 100 mil pessoas mensalmente e foi estendido para o interior do Paraná, também é um grande aliado para garantir a segurança alimentar da população vulnerável durante a pandemia do novo coronavírus.

De março a maio deste ano 553,6 toneladas de frutas, legumes e verduras foram doadas a entidades sociais e a famílias cadastradas no programa. E já há Bancos de Alimentos também nas outras unidades atacadistas da Ceasa, onde a distribuição é feita em parceria com as prefeituras de Londrina, Maringá, Cascavel e Foz do Iguaçu.

"É uma quantidade significativa de alimentos, distribuídos a pessoas em situação de vulnerabilidade, que muitas vezes não têm condições de consumir esses produtos, já que os alimentos in natura muitas vezes são mais caros e a prioridade é comprar os itens da cesta básica", afirma o presidente da Ceasa, o cascavelense Éder Bublitz. "É mais uma garantia para que as pessoas que estão em dificuldades não passem fome", acrescenta.

PARCERIA

Os Bancos de Alimentos funcionam em parceria com produtores e permissionários. Produtos sem padrão de comercialização, mas em boas condições de consumo, são coletados e repassados a instituições sociais e a famílias que moram no entorno das unidades. De outra forma, toneladas de alimentos que compõem a mesa dessas pessoas seriam desperdiçados e acabariam nos aterros sanitários.

A coleta é feita nos boxes dos permissionários ou no mercado do produtor. Os produtos são então selecionados e separados para serem distribuídos entre creches, orfanatos, hospitais públicos e outras instituições assistenciais cadastradas, além das famílias que vivem nas proximidades.

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Eles recebem todos os tipos de hortigranjeiros, em maior quantidade quando se trata de alimentos sazonais. Atualmente, está em alta a distribuição de poncã e mamão.

O Bancos de Alimentos da Ceasa está sendo reformulado pelo Governo do Estado para ampliar o atendimento e reduzir o desperdício, com a proposta de reforçar a capacidade de captação e aproveitamento dos produtos.

Frutas, verduras e legumes que já estiverem em processo de maturação serão minimamente processados e embalados a vácuo, aumentando sua vida útil. Além de atender as instituições e famílias, será possível criar um estoque de alimentos para distribuir em municípios em situações de calamidade, por exemplo.

/Via: Redação/Alerta Paraná - Foto: Gilson Abreu/AENPR


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